Medicamentos
Resumo
Nomes comerciais
Pitressin®
Apresentações
Solução injetável: 20 unidades/mL – ampola de 1 mL
Dose por Idade/faixa etária
Choque séptico refratário (uso em UTI pediátrica):
– Infusão contínua: 0,0003 a 0,002 unidades/kg/min IV (0,3–2 mU/kg/min).
– Não exceder 0,008 unidades/kg/min (8 mU/kg/min) devido a risco de isquemia e arritmias.
Ressuscitação neonatal/parada cardiorrespiratória (situações específicas):
– Dose bolus: 0,4 unidades/kg IV (dados de protocolos experimentais e emergenciais; não rotina).
Observação: uso pediátrico é restrito a UTI, sob protocolos institucionais, como vasopressor de resgate após noradrenalina/adrenalina.
– Infusão contínua: 0,0003 a 0,002 unidades/kg/min IV (0,3–2 mU/kg/min).
– Não exceder 0,008 unidades/kg/min (8 mU/kg/min) devido a risco de isquemia e arritmias.
Ressuscitação neonatal/parada cardiorrespiratória (situações específicas):
– Dose bolus: 0,4 unidades/kg IV (dados de protocolos experimentais e emergenciais; não rotina).
Observação: uso pediátrico é restrito a UTI, sob protocolos institucionais, como vasopressor de resgate após noradrenalina/adrenalina.
Via de administração
Intravenosa (infusão contínua em bomba).
Uso endovenoso em emergência hospitalar.
Uso endovenoso em emergência hospitalar.
Esquema posológico
– Diluir em SG 5% ou NaCl 0,9% em bomba de infusão.
– Iniciar na menor dose eficaz (0,0003–0,0005 U/kg/min).
– Titular conforme PAM e perfusão, sem ultrapassar 0,008 U/kg/min.
– Nunca administrar em bolus fora de protocolos específicos de reanimação.
– Monitorizar continuamente PA invasiva, perfusão periférica, lactato, débito urinário.
– Iniciar na menor dose eficaz (0,0003–0,0005 U/kg/min).
– Titular conforme PAM e perfusão, sem ultrapassar 0,008 U/kg/min.
– Nunca administrar em bolus fora de protocolos específicos de reanimação.
– Monitorizar continuamente PA invasiva, perfusão periférica, lactato, débito urinário.
Farmacologia
Classe Terapêutica
Hormônio antidiurético sintético (vasoconstritor, agonista de receptores V1 e V2).
Mecanismo de Ação
Agonista dos receptores V1 vasculares → vasoconstrição sistêmica e ↑ pressão arterial. Agonista parcial em V2 renais → ↑ reabsorção de água no túbulo coletor. Em choque séptico: restaura tônus vascular em receptores adrenérgicos dessensibilizados.
Farmacocinética
Absorção: não aplicável (uso IV).
Distribuição: Vd ~0,14 L/kg.
Metabolismo: hepático e renal (rápido).
Eliminação: urinária (metabólitos).
Meia-vida: 10–20 min.
Distribuição: Vd ~0,14 L/kg.
Metabolismo: hepático e renal (rápido).
Eliminação: urinária (metabólitos).
Meia-vida: 10–20 min.
Interações medicamentosas
– Fármacos que prolongam QT: ↑ risco de arritmia.
– Vasoconstritores concomitantes (noradrenalina, dopamina, fenilefrina): ↑ risco de isquemia.
– Lítio: potencializa efeito antidiurético.
– Corticosteroides: podem ↑ resposta pressórica à vasopressina.
– Vasoconstritores concomitantes (noradrenalina, dopamina, fenilefrina): ↑ risco de isquemia.
– Lítio: potencializa efeito antidiurético.
– Corticosteroides: podem ↑ resposta pressórica à vasopressina.
Tipo de Receituário
Receita simples – uso hospitalar controlado, prescrição restrita a ambiente de terapia intensiva.
Referências bibliográficas
Lexicomp Pediatric & Neonatal Dosage Handbook
Harriet Lane Handbook
UpToDate – Vasopressin: Pediatric drug information
Bula Anvisa – Pitressin®
Blackbook de Pediatria
Guidelines Surviving Sepsis Campaign (pediatria)
Harriet Lane Handbook
UpToDate – Vasopressin: Pediatric drug information
Bula Anvisa – Pitressin®
Blackbook de Pediatria
Guidelines Surviving Sepsis Campaign (pediatria)
Uso seguro
Contraindicações
– Hipersensibilidade conhecida.
– Doença vascular oclusiva grave (risco de isquemia).
– Choque cardiogênico puro sem suporte inotrópico.
– Insuficiência cardíaca descompensada não controlada.
– Doença vascular oclusiva grave (risco de isquemia).
– Choque cardiogênico puro sem suporte inotrópico.
– Insuficiência cardíaca descompensada não controlada.
Efeitos adversos
Cardiovascular: hipertensão, bradicardia, arritmias, isquemia miocárdica, necrose periférica.
Neurológico: cefaleia, vertigem, convulsões.
Gastrointestinal: cólicas abdominais, náuseas, vômitos.
Renal: oligúria, retenção hídrica.
Cutâneo: palidez, cianose periférica.
Outros: hiponatremia por efeito antidiurético, choque anafilático raro.
Neurológico: cefaleia, vertigem, convulsões.
Gastrointestinal: cólicas abdominais, náuseas, vômitos.
Renal: oligúria, retenção hídrica.
Cutâneo: palidez, cianose periférica.
Outros: hiponatremia por efeito antidiurético, choque anafilático raro.
Ajustes
Renal: não há ajuste específico; monitorar risco de oligúria e retenção hídrica.
Hepática: sem ajuste formal; metabolismo parcial hepático → usar com cautela em insuficiência grave.
Hepática: sem ajuste formal; metabolismo parcial hepático → usar com cautela em insuficiência grave.
Uso na gravidez
Categoria C. Não indicado em gestantes pediátricas; uso apenas em situações críticas, sob risco-benefício.
Uso na lactação
Não aplicável (uso é pediátrico); em caso de uso materno, excreção no leite é possível, mas sem relevância em pediatria.
Precauções Especiais
– Uso restrito a UTI pediátrica, sob monitorização invasiva.
– Diluir sempre em bomba de infusão contínua, nunca em bolus.
– Titular lentamente para evitar isquemia periférica/mesentérica.
– Suspender se sinais de necrose digital, angina ou arritmia grave.
– Associar a corticoterapia em choque séptico refratário pode otimizar resposta.
– Diluir sempre em bomba de infusão contínua, nunca em bolus.
– Titular lentamente para evitar isquemia periférica/mesentérica.
– Suspender se sinais de necrose digital, angina ou arritmia grave.
– Associar a corticoterapia em choque séptico refratário pode otimizar resposta.
Referências de Dose
Choque séptico refratário (uso em UTI pediátrica):
– Infusão contínua: 0,0003 a 0,002 unidades/kg/min IV (0,3–2 mU/kg/min).
– Não exceder 0,008 unidades/kg/min (8 mU/kg/min) devido a risco de isquemia e arritmias.
Ressuscitação neonatal/parada cardiorrespiratória (situações específicas):
– Dose bolus: 0,4 unidades/kg IV (dados de protocolos experimentais e emergenciais; não rotina).
Observação: uso pediátrico é restrito a UTI, sob protocolos institucionais, como vasopressor de resgate após noradrenalina/adrenalina.
– Infusão contínua: 0,0003 a 0,002 unidades/kg/min IV (0,3–2 mU/kg/min).
– Não exceder 0,008 unidades/kg/min (8 mU/kg/min) devido a risco de isquemia e arritmias.
Ressuscitação neonatal/parada cardiorrespiratória (situações específicas):
– Dose bolus: 0,4 unidades/kg IV (dados de protocolos experimentais e emergenciais; não rotina).
Observação: uso pediátrico é restrito a UTI, sob protocolos institucionais, como vasopressor de resgate após noradrenalina/adrenalina.
