Medicamentos
Resumo
Nomes comerciais
Frisium®, Clobazam Eurofarma®, Urbanil®
Apresentações
Comprimidos: 10 mg, 20 mg
Suspensão oral: 2 mg/mL (importada, em algumas marcas)
Suspensão oral: 2 mg/mL (importada, em algumas marcas)
Dose por Idade/faixa etária
Neonatos:
Não recomendado rotineiramente. Uso off-label em síndromes específicas (ex: epilepsia refratária) sob orientação especializada.
Crianças ≥2 anos:
• Dose inicial: 0,1–0,3 mg/kg/dia VO, dividida 1–2x/dia.
• Aumentar gradualmente até dose de manutenção de 0,3–1 mg/kg/dia.
• Máximo: 40 mg/dia em crianças pequenas; até 60 mg/dia em adolescentes maiores.
Uso em Síndrome de Lennox-Gastaut: pode ser necessário ajustar acima das doses habituais, com monitoramento cuidadoso.
Não recomendado rotineiramente. Uso off-label em síndromes específicas (ex: epilepsia refratária) sob orientação especializada.
Crianças ≥2 anos:
• Dose inicial: 0,1–0,3 mg/kg/dia VO, dividida 1–2x/dia.
• Aumentar gradualmente até dose de manutenção de 0,3–1 mg/kg/dia.
• Máximo: 40 mg/dia em crianças pequenas; até 60 mg/dia em adolescentes maiores.
Uso em Síndrome de Lennox-Gastaut: pode ser necessário ajustar acima das doses habituais, com monitoramento cuidadoso.
Via de administração
Via oral
Esquema posológico
A administração pode ser feita 1 a 2 vezes ao dia. Doses maiores devem ser divididas para melhor tolerabilidade. Evitar interrupção abrupta após uso prolongado devido ao risco de abstinência e convulsões de rebote.
Farmacologia
Classe Terapêutica
Benzodiazepínico, antiepiléptico
Mecanismo de Ação
Potencializa a ação do GABA no sistema nervoso central, ligando-se ao complexo do receptor GABA-A, aumentando a frequência de abertura dos canais de cloro e causando efeito inibitório neuronal.
Farmacocinética
Absorção: Bem absorvido por via oral. Biodisponibilidade ≥87%.
Distribuição: Volume de distribuição: 1,0–1,5 L/kg. Ligação às proteínas plasmáticas ~85–90%.
Metabolismo: Hepático, via CYP3A4 e CYP2C19, gerando metabólito ativo (N-desmetilclobazam).
Eliminação: Excreção urinária (~90%). Meia-vida: 18 horas (clobazam), 40–80 horas (metabólito ativo).
Distribuição: Volume de distribuição: 1,0–1,5 L/kg. Ligação às proteínas plasmáticas ~85–90%.
Metabolismo: Hepático, via CYP3A4 e CYP2C19, gerando metabólito ativo (N-desmetilclobazam).
Eliminação: Excreção urinária (~90%). Meia-vida: 18 horas (clobazam), 40–80 horas (metabólito ativo).
Interações medicamentosas
• Potencializa efeitos de outros depressores do SNC (ex: opioides, álcool).
• Inibidores da CYP2C19 (como fluconazol) podem aumentar níveis do metabólito ativo.
• Pode reduzir eficácia de anticoncepcionais hormonais em doses altas.
• Fenitoína, carbamazepina e fenobarbital podem reduzir níveis de clobazam.
• Inibidores da CYP2C19 (como fluconazol) podem aumentar níveis do metabólito ativo.
• Pode reduzir eficácia de anticoncepcionais hormonais em doses altas.
• Fenitoína, carbamazepina e fenobarbital podem reduzir níveis de clobazam.
Tipo de Receituário
Receituário B1 (azul) — psicotrópico.
Referências bibliográficas
Lexicomp®, Micromedex®, UpToDate®, BNF for Children®, ANVISA bula – Clobazam, Blackbook 2024
Uso seguro
Contraindicações
Miastenia gravis, insuficiência respiratória grave, apneia do sono, hipersensibilidade ao clobazam ou a benzodiazepínicos.
Efeitos adversos
Neurológicos: sonolência, letargia, ataxia, sedação, tontura
Comportamentais: agitação paradoxal, irritabilidade, agressividade
Gastrointestinais: náusea, constipação
Respiratórios: depressão respiratória (em altas doses ou em associação)
Dependência: risco com uso prolongado
Comportamentais: agitação paradoxal, irritabilidade, agressividade
Gastrointestinais: náusea, constipação
Respiratórios: depressão respiratória (em altas doses ou em associação)
Dependência: risco com uso prolongado
Ajustes
Renal: Sem necessidade de ajuste em insuficiência leve a moderada. Cautela em casos graves.
Hepática: Pode ser necessário reduzir a dose em insuficiência hepática grave.
Hepática: Pode ser necessário reduzir a dose em insuficiência hepática grave.
Uso na gravidez
Categoria C. Pode causar depressão respiratória neonatal e sintomas de abstinência. Evitar uso prolongado no terceiro trimestre. Se necessário, usar a menor dose eficaz.
Uso na lactação
Excreta-se no leite materno. Uso com cautela. Avaliar risco-benefício, especialmente em uso prolongado. Monitorar sedação no lactente.
Precauções Especiais
Evitar interrupção abrupta após uso crônico. Risco de efeitos paradoxais em crianças (agitação, irritabilidade). Monitorar função respiratória, especialmente em associações com depressores do SNC.
Referências de Dose
Neonatos:
Não recomendado rotineiramente. Uso off-label em síndromes específicas (ex: epilepsia refratária) sob orientação especializada.
Crianças ≥2 anos:
• Dose inicial: 0,1–0,3 mg/kg/dia VO, dividida 1–2x/dia.
• Aumentar gradualmente até dose de manutenção de 0,3–1 mg/kg/dia.
• Máximo: 40 mg/dia em crianças pequenas; até 60 mg/dia em adolescentes maiores.
Uso em Síndrome de Lennox-Gastaut: pode ser necessário ajustar acima das doses habituais, com monitoramento cuidadoso.
Não recomendado rotineiramente. Uso off-label em síndromes específicas (ex: epilepsia refratária) sob orientação especializada.
Crianças ≥2 anos:
• Dose inicial: 0,1–0,3 mg/kg/dia VO, dividida 1–2x/dia.
• Aumentar gradualmente até dose de manutenção de 0,3–1 mg/kg/dia.
• Máximo: 40 mg/dia em crianças pequenas; até 60 mg/dia em adolescentes maiores.
Uso em Síndrome de Lennox-Gastaut: pode ser necessário ajustar acima das doses habituais, com monitoramento cuidadoso.
