Medicamentos
Resumo
Nomes comerciais
Adenocard®
Apresentações
Injetável: frasco-ampola 6 mg/2 mL (3 mg/mL)
Injetável: frasco-ampola 12 mg/4 mL (3 mg/mL)
Uso exclusivo hospitalar
Injetável: frasco-ampola 12 mg/4 mL (3 mg/mL)
Uso exclusivo hospitalar
Dose por Idade/faixa etária
Neonatos:
Primeira escolha em taquicardia supraventricular (TSV). Dose inicial: 0,05–0,1 mg/kg IV em bolus rápido. Repetir aumentando até 0,2 mg/kg (máx. 0,3 mg/kg ou 12 mg/dose). (neofax)
Lactentes e crianças:
Dose inicial: 0,1 mg/kg IV em bolus rápido (máx. 6 mg).
Se não reverter: segunda dose 0,2 mg/kg IV (máx. 12 mg).
Adolescentes:
Mesma posologia, respeitando dose máxima de 12 mg por bolus.
Primeira escolha em taquicardia supraventricular (TSV). Dose inicial: 0,05–0,1 mg/kg IV em bolus rápido. Repetir aumentando até 0,2 mg/kg (máx. 0,3 mg/kg ou 12 mg/dose). (neofax)
Lactentes e crianças:
Dose inicial: 0,1 mg/kg IV em bolus rápido (máx. 6 mg).
Se não reverter: segunda dose 0,2 mg/kg IV (máx. 12 mg).
Adolescentes:
Mesma posologia, respeitando dose máxima de 12 mg por bolus.
Via de administração
Intravenosa (bolus rápido, preferencialmente via central; se periférica, deve ser seguida de flush rápido com 5–10 mL de SF 0,9%).
Esquema posológico
Bolus rápido IV em dose inicial de 0,1 mg/kg (máx. 6 mg).
Se não houver resposta em 1–2 minutos, administrar segunda dose de 0,2 mg/kg (máx. 12 mg).
Pode repetir uma terceira vez se necessário, respeitando dose máxima.
Se não houver resposta em 1–2 minutos, administrar segunda dose de 0,2 mg/kg (máx. 12 mg).
Pode repetir uma terceira vez se necessário, respeitando dose máxima.
Farmacologia
Classe Terapêutica
Antiarrítmico classe V (nucleosídeo endógeno).
Mecanismo de Ação
Ativa receptores A1 de adenosina no nodo AV, promovendo aumento de condutância de potássio e redução do influxo de cálcio. Isso leva a bloqueio transitório da condução AV e restauração do ritmo sinusal em taquicardias supraventriculares por reentrada.
Farmacocinética
Absorção: não aplicável (uso exclusivamente IV).
Distribuição: rápida no espaço extracelular; atravessa placenta e leite materno.
Metabolismo: enzimas endoteliais e eritrocitárias (adenosina desaminase).
Eliminação: meia-vida extremamente curta (≤10 segundos); metabólitos excretados por via urinária.
Distribuição: rápida no espaço extracelular; atravessa placenta e leite materno.
Metabolismo: enzimas endoteliais e eritrocitárias (adenosina desaminase).
Eliminação: meia-vida extremamente curta (≤10 segundos); metabólitos excretados por via urinária.
Interações medicamentosas
Metilxantinas (cafeína, teofilina): antagonizam efeito da adenosina.
Dipiridamol: potencializa e prolonga o efeito da adenosina.
Carbamazepina: pode aumentar bloqueio AV, risco de bradicardia grave.
Dipiridamol: potencializa e prolonga o efeito da adenosina.
Carbamazepina: pode aumentar bloqueio AV, risco de bradicardia grave.
Tipo de Receituário
Receita simples em 1 via.
Referências bibliográficas
Neofax (Micromedex)
Lexicomp Pediatric & Neonatal Dosage Handbook
Harriet Lane Handbook
UpToDate – Adenosine: Pediatric drug information
Bulas da Anvisa (Adenocard®)
Blackbook de Pediatria
Lexicomp Pediatric & Neonatal Dosage Handbook
Harriet Lane Handbook
UpToDate – Adenosine: Pediatric drug information
Bulas da Anvisa (Adenocard®)
Blackbook de Pediatria
Uso seguro
Contraindicações
Asma grave e broncoespasmo ativo.
Bloqueio AV de 2º ou 3º grau sem marca-passo.
Síndrome do nó sinusal grave sem marca-passo.
Uso concomitante de dipiridamol em altas doses sem ajuste.
Bloqueio AV de 2º ou 3º grau sem marca-passo.
Síndrome do nó sinusal grave sem marca-passo.
Uso concomitante de dipiridamol em altas doses sem ajuste.
Efeitos adversos
Cardiovasculares: rubor, palpitações, bradicardia transitória, assistolia breve, hipotensão.
Respiratórios: broncoespasmo, dispneia.
Neurológicos: tontura, cefaleia, ansiedade.
Gastrointestinais: náusea, desconforto abdominal.
Geralmente autolimitados pela meia-vida muito curta.
Respiratórios: broncoespasmo, dispneia.
Neurológicos: tontura, cefaleia, ansiedade.
Gastrointestinais: náusea, desconforto abdominal.
Geralmente autolimitados pela meia-vida muito curta.
Ajustes
Não requer ajuste. Meia-vida extremamente curta; metabolização rápida pela adenosina desaminase plasmática e tecidual.
Uso na gravidez
Categoria C (FDA). Usada em emergências cardíacas na gestação, considerada relativamente segura devido à curta meia-vida.
Uso na lactação
Segura devido à meia-vida ultracurta. Excreção no leite irrelevante clinicamente.
Precauções Especiais
Administrar sempre em ambiente hospitalar, com monitorização cardíaca contínua e suporte de ressuscitação disponível.
Evitar uso em pacientes com doença pulmonar obstrutiva grave.
Usar via venosa de alto fluxo (preferência central).
Efeitos adversos geralmente autolimitados em segundos a minutos.
Evitar uso em pacientes com doença pulmonar obstrutiva grave.
Usar via venosa de alto fluxo (preferência central).
Efeitos adversos geralmente autolimitados em segundos a minutos.
Referências de Dose
Neonatos:
Primeira escolha em taquicardia supraventricular (TSV). Dose inicial: 0,05–0,1 mg/kg IV em bolus rápido. Repetir aumentando até 0,2 mg/kg (máx. 0,3 mg/kg ou 12 mg/dose). (neofax)
Lactentes e crianças:
Dose inicial: 0,1 mg/kg IV em bolus rápido (máx. 6 mg).
Se não reverter: segunda dose 0,2 mg/kg IV (máx. 12 mg).
Adolescentes:
Mesma posologia, respeitando dose máxima de 12 mg por bolus.
Primeira escolha em taquicardia supraventricular (TSV). Dose inicial: 0,05–0,1 mg/kg IV em bolus rápido. Repetir aumentando até 0,2 mg/kg (máx. 0,3 mg/kg ou 12 mg/dose). (neofax)
Lactentes e crianças:
Dose inicial: 0,1 mg/kg IV em bolus rápido (máx. 6 mg).
Se não reverter: segunda dose 0,2 mg/kg IV (máx. 12 mg).
Adolescentes:
Mesma posologia, respeitando dose máxima de 12 mg por bolus.
